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Espaço de André

Kuã Borges Soares

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Sou romântico, sonhador , criativo, observador.
May 05

Falando sobre YouTube - Monte Castelo

 

Citação

YouTube - Monte Castelo
  

Meu livro palavra em órbita



Meu livro: palavra em órbita


Poema de abertura


Liberdade

Sou livre como as estrelas,
que brilham para o universo,
e para si mesmos.

Sou livre, tanto quanto
as minhas azas,
e tenho a liberdade
do silêncio,
e a prisão dos dicionários.



A palavra

È tudo que preciso
A palavra
A minha Oceania
Meu arquipélago
De solidão,



Palavra, absurda inaceitação!
Palavra
é tudo!


Biblioteca

O que tem?
A palavra
De tudo
O nada,
O absurdo
Do acumulo?


O que tem
A mudez
ou nudez
despida e crua ?


Medo

Coloquei um
vestido
despido
para meu medo.

Vomitei um orgasmo
puro
o medo
cifrou um
novo
enigma


Sinto medo
tão incoerente
mas crente ardente
de convicção
cuja
a minha existência se
faz sentir.



INSTINTO

Viajo no
oceano
do meu desejos.


Naufrago
pois o
mistério
não cabe a
mim responder.

Transpiro
no
único
jacto
de suor.

Desejo vulcânico
continua
a lavar
a minha inquietude.

O meu desejo
já não mais meu
é alheio
a mim.

Transgrido
os meus valores
exponho a face
à tapas,

Eu não me
rendo!
Sou dono e responsável pelo
meu delírio
racional.




ESTAÇÕES

Encontro flores
no inverno desconhecido.


O outono dos nosso braços despiu
a saudade.

A lacuna inocente da primavera
para o verão
faz de mim
um poeta solidário
com mundo.




Hoje


Quero beijar o seu
sexo
até que as estrelas ninem
o nosso
orgasmo.


Para sugarmos o
prazer mútuo no suor

do nosso corpo.





E ...gememos
e gritamos
para as estrelas
testemunhas
de nosso
delírio de amor.



Culpa

Sinto a culpa
da desculpa.

Sinto o cansaço
de mil
Evereste.

A
sensação de derrota
como
um um
hálito
diário
lindo
no café da manhã.

Culpa sentimento
emoção destituída


Confissão
O meu relógio vomitou
Números
Cifras bilionárias.


O meu relógio cuspiu de
Si ponteiros
E segundos,
Minutos, horas.

O meu relógio já
Não mas inteiro,
Torturado pelo tempo
Confessou seu último desejo:
-divórcio eterno ao tempo.




Preciso

Preciso
morar
comigo
mesmo.

Transar comigo
mesmo
até
inorgasmo
de inaptidão.

Até dizer
que não confundo
medo com
corvadia.

Preciso
arrancar
essa máscara
que
me esconde.

Protagonista
de ser
que teme
a si.

Esconde
a real face
na inaptidão
das luas cheias.

Preciso tirar
isso de mim.

Preciso
de nada
para tudo.




Tirania da bondade

Possuo uma bondade
dos tiranos,

A benevolência
dos homicidas,


O sorriso
das prostitutas
sem sexo,

A paixão dos fascistas

Tenho a
bondade
daqueles
que matam
sem querer.



Sorte

A inexistência
de
te faz do nada o vazio
da lacuna
um abismo
da montanha um planalto,

A sorte traduzível
pelas culturas, inexistente
nua e inocente,

Jamais beija
a existência
dos nossos
atos.



Verdade

Quem és?
Um dado
jogado no escuro
por um cego - mudo?

Verdade
uma outra
face sem rosto
a palavra
sem letras
A arte sem nada?

Verdade se não fosse
você mesmo.
O que seria de te?



Indeciso

Estou indeciso
entre eu e mim mesmo.

Fujo da decisão homicida
que beira
a uma divisão de mim.

Tenho medo de fracassar
e reencontrar a minha real
Pequenez.
Toda a minha grandeza
do tamanho de uma lágrima.

Estou indeciso
não fugitivo,
estou incerto
não incorreto.
Preciso tirar ferias
de mim.


Íntimo

Alguns momentos
São tão meus,
Que não lhes dou
A ninguém,

São momentos
Sexo e nem identidade.
para sempre.




Não Verás o pôr-do-sol


Acorda-te
não verá s crianças
brincando,

Acorda-te
não amarás a última mulher.

Acorda-te
não viverás a última chama.

Acorda-te
não verás o segredo embutido na carne.

Acorda-te não darás o último sorriso.

Acorda-te:
- É preciso ver a impureza do mundo.



Sob o Corpo

As minhas mãos
percorrem os rios
do teu corpo

Segue o curso
no suor
ao teu
umbigo

Ainda há cachoeiras
nos teus seios,
há mistérios no teu corpo
demais para
o anonimato.




Sonhar


Sonhar é outra
forma
de amar


Quem sonha
Tem um caso de
Amor com
a vida.


Uma Lágrima

Quanto vale uma lágrima,
salgada e cheia,
destas que inundam e
curam a alma,
uma gota, pequena e serena.

Uma lágrima densa
que dança entre os contornos
da face bela e morena.
uma lágrima apenas,
que lave a minha impureza.

Quanto vale uma lágrima
ao qual o mar abriga?
quanto será que vale um
oceano imerso de lágrimas?



Um Pequeno Passo

Um pequeno passo
faz um pássaro ser livre
e mãos trêmulas
paralisarem por iminente segurança.

Um passo verdadeiro
faz a vida
no instante novo.


Casa-Corpo

Não possuo corpo,
a minha casa é a
fagulha do tempo

Adquiro novos hábitos
cada mudança
deixo de me pertencer.


Não tenho casa
tampouco corpo,
sou andarilho que
renega a sua
própria
transitoriedade.


Assassinato


Corro
Amplio-me
Na multidão

A vida urbana tragada
A cada
Instante de
Inexistência de ar.


Uma Mãe

Uma mulher estéril chora,
se ela pudesse arrancaria
o seu útero
e o faria
brotar das cinzas.

Mulher tão feita,
Tão impura,
Castigada pela a sua
Própria fraqueza;

E, no entanto,
Quando mãe
Torna-se a uma outra primavera,
Com várias
e invisíveis flores,
ressurge e
renasce
MÃE!



Forma e conteúdo


Quero escrever uma poesia
Que seja de
Conteúdo simples.

Quero escrever uma poesia
Que ultrapassa
Os limites
Da forma.

Quero escrever,
Uma poesia
Que flutua como
Estrelas,
Mas de infinita
expressividade



23/08/07


Adolescente

Existe uma constelação de
Mil planetas
Dentro de cada adolescente.


Inexiste a pureza
Da beleza,
Inexiste
o nada.



Seres humanos

Somos muitos
tão inigualáveis e frágeis
tão singulares e imprevisíveis,
somos seres humanos.

somos muitos
talvez hajam mais,
somos muitos,
Por isso, ainda, somos.
seres humanos.



Sereia anônima

Não possui areia,
Mas a brisa do teu
Corpo
É o encanto
Dos mares!


Ouro Preto

Ouro Preto caminha com a gente
respira e renasce,
a cada romaria nova
e ressurge das cinzas.

Ouro Preto lembra tudo!
As suas montanhas,
é o regresso
do vale de seus
Segredos,



Despeço-me de mim mesmo
Dentro de Ouro Preto,
E volto ao
Seu cheiro
De esperança!



Hoje II

Hoje preciso falar
Preciso
Dizer
A resposta
Que jamais
Ouvi.


Não é preciso que meus olhos
Espelham-se
Nas montanhas irreais
Das demagogias.


Esquina perdida

Onde eu
Deixei-me?
Nos braços da liberdade?
Ou nos ecos
Das utopias?
Nas eqüinas
Sujas e surdas
Dos políticos?
Ou na
Palavra morta
Dos visionários?


Ciúme

De que você é feito?
De medo
Ou de
Vida?



Do que eu gosto?

Do computador?
De desenhar
Do meu quase nada
Do meu absurdo?


Do que eu gosto?
Da vida

Ou do medo?
Do abismo
Ou
Do
Vício.



Indizível

Tenho uma palavra
Há anos
Perdida dentro de min

Uma palavra,
Que desconheço
Não existe nos dicionários,
É o mistério de
Mim.




Silêncio

Quem pode
Ser mais potente
Que tu?
Que grita e
Inquieta
Os surdos!


A minha Angústia

A minha angústia
é do amanhecer
Crescente e aguda.

A minha angústia
Fala de
Mim mesmo.
De quem tanto
Temo!...



Quero
Quero ser livre
Como o sonho
Das estrelas.

Quero ser livre
Como o beijo
Proibido dos amantes.

Quero ser livre
Como o próprio
Sonho,
Que não tem sexo
nem identidade

Artigos

Artigos





Por que comemos tanta emoção?

Não existe antagonismo concreto entre a emoção e razão que os fazem serem insoluvéis. A verdade é que nos ensinaram que a emoção é para as mulheres e a razão é para os homens.Hoje esta mais do que provado que a emoção e a razão ocupam o mesmo setor do cérebro tanto masculino quanto feminino. Por isso é um fato ingerimos tanta emoção quanto a razão pela qual nos dita que iremos adquirir quilos e mais quilos . A emoção não é o contrário da razão e é assim virce-versa.Podemos e devemos educar a razão para que sejamos mais sociaveis e bem-sucedidos




O que outro tem que eu ainda não possuo?

Mais de um 1/3 de nossa personalidade é constituída através do olhar do outro.O que outro tem que eu ainda não possuo?É uma pergunta que todos nós deveríamos nos fazer.


De fato o outro é um espelho,assim como eu sou um espelho para o outro .


No entanto, não podemos permitir que os outros nos compare com outro, até porque somos indefinidos, imensuráveis únicos.




A ciência do sucesso



O sucesso é uma ciência,tão exata como física ou matemática ou tão humana como filosofia e história.

A ciência do sucesso é uma soma de esforços e esforços.No entanto o sucesso só ocorre quando você já é uma pessoa bem-sucedida.


O pobre faz daquilo que poderia levá-lo a grandeza, de trágedia, mau destino.
(André Mendes)




Você quer ter sucesso?

Todos nós desejamos ter sucesso, acredito que até àqueles que já nascerão aparetemente bem-sucedidos, almejam ter sucesso.
A grande questão é que somos movidos a nos compararmos uns com os outros.O sucesso é subjetivo, e independente de qual seja a sua visão de sucesso , o seu sucesso será aquilo que você desejar ter.





Os sonhos

Os sonhos são termômetros do sucesso, são antídotos contra quaisquer possíveis derrotas.
Sonhar é essencial á nossa auto-estima, se não temos sonhos, nossa expressão de sucesso será nula. É preciso que sonho se case com a realidade e com a ação. Assim o seu sucesso será expresso em quilômetros, ao invés de centímetros.





Sorte,existe?


A Nossa cultura enfatiza o destino, a sorte como fatores de sucesso. Antes mais nada, sorte, destino ou quaisquer nomes que dêem ao futuro, Não existe fator tão decisivo como nós mesmos.
"Somos o que fazemos, mas somos ,sobretudo o que fazemos para mudar o que somos” (Eduardo S.) Somos responsáveis pelo nosso futuro. É mais fácil dizer que não conseguimos o sucesso pelo a ausência de sorte ou porque o destino é esse ou aquele.
Deixemos a hipocrisia de lado, o nosso sucesso é conseqüência de nossos esforços, e os únicos responsáveis pelo nosso fracasso é nós mesmos.

April 15

Novas poesias

Medo
Coloquei um
vestido
despido
para meu medo.

Vomitei um orgasmo
puro
o medo
cifrou um
novo
enigma


Sinto medo
tão incoerente
mas crente ardente
de convicção
cuja
a minha existência se
faz sentir.
 
 
Medo
Coloquei um
vestido
despido
para meu medo.

Vomitei um orgasmo
puro
o medo
cifrou um
novo
enigma


Sinto medo
tão incoerente
mas crente ardente
de convicção
cuja
a minha existência se
faz sentir.


INSTINTO

Viajo no
oceano
do meu desejos.


Naufrago
pois o
mistério
não cabe a
mim responder.

Transpiro
no
único
jacto
de suor.

Desejo vulcânico
continua
a lavar
a minha inquietude.

O meu desejo
já não mais meu
é alheio
a mim.

Transgrido
os meus valores
exponho a face
à tapas,

Eu não me
rendo!
Sou dono e responsável pelo
meu delírio
racional.




ESTAÇÕES


Encontro flores
no inverno desconhecido.


O outono dos nosso braços despiu
a saudade.

A lacuna inocente da primavera
para o verão
faz de mim
um poeta solidário
com mundo.

SONHO

Eu sou de aço assim como os meus
sonhos.

Eu sou do tamanho
dos meus
sonhos
que são do tamanho do universo.

Os meus sonhos são de hoje
e e de todos.




Hoje





Quero beijar o seu
sexo
até que as estrelas ninem
o nosso
orgasmo.


Para sugarmos o
prazer mútuo no suor

do nosso corpo.





E gememos
e gritamos
para as estrelas
testemunhas
de nosso
delírio de amor.



Culpa

Sinto a culpa
da desculpa.

Sinto o cansaço
de mil
Evereste.

A
sensação de derrota
como
um um
hálito
diário
lindo
no café da manhã.

Culpa sentimento
emoção destituída




Mistério

O teu olhar
é um
enigma

O teu sorriso
mistério que
não
decifro.

Como
sentinela
você observa
e
indaga todos e tudo,


O
mistério começa
com olhar,

Olhar de curiosidade,
sem conceito,
virgem
de si.

Mistério começa e
termina com o olhar
dos
dicionários.


Confissão

O meu relógio vomitou
Números
Cifras bilionárias.


O meu relógio cuspiu de
Si ponteiros
E segundos,
Minutos, horas.

O meu relógio já
Não mas inteiro,
Torturado pelo tempo
Confessou seu último desejo:
-divórcio eterno ao tempo.



Algo


Algo me invade e
ensurdece
o meu escuro
como um grito feminino
estalado pelo soco covarde.


Algo me invade e me arde
de dentro para fora,como os Estados,
Municípios
sem nação.
Algo me invade e não demora sair.





Preciso

Preciso
morar
comigo
mesmo.

Transar comigo
mesmo
até
inorgasmo
de inaptidão.

Até dizer
que não confundo
medo com
corvadia.

Preciso
arrancar
essa máscara
que
me esconde.

Protagonista
de ser
que teme
a si.

Esconde
a real face
na inaptidão
das luas cheias.

Preciso tirar
isso de mim.

Preciso
de nada
para tudo.


Tirania da bondade

Possuo uma bondade
dos tiranos,

A benevolência
dos homicidas,


O sorriso
das prostitutas
sem sexo,

A paixão dos fascistas

Tenho a
bondade
daqueles
que matam
sem querer.


Não -poesia

Armaram-se de
ternos e gravatas,

Onde estão os poetas?

Imcubidos de dizer
aquilo que não sentimos,

Onde estão os poetas?

Longínquo momento
de deleite da palavra,

A não-poesia instalou
nos ventres
dos poetas,

Onde estão os poetas?


Arte

Múltiplas cópias
de segundo marcam
o compasso da arte.

Arte ingrata que recebe
mais que fornece.

Arte maldita,
arte de graça!

Arte, não infinita,
não arte mas arte,

Arte que não reduz a si mesmo
é mesmo arte?



Fome


Tenho fome
da fome
do mundo.

Fome inconsumível
dentro
de uma miganha
de minuto.

Fome que
não rima com nada
fome que não sente fome.

Fome que consome
que não some.
Fome que mata o homem?




Será?


Preciso pular o muro que me
cega a utotopia


Impreciso
penso não fazer parte da
ausência
de mim.

Cuspo injustiça,urino
estrupos,vomito
mortes e assaltos,

Engasgo com os jornais.

Repenso,
Haverá sentidoa para tudo isso?



Sonho


Sou feito desse
material,
denominado
sonho

A certeza da
minha
existência

A aposta
da minha vida,

Sou feito
desse material
chamado
sonho,
cuja
o símbolo
cristaliza
o meu dia.


Sorte

A inexistência
de
te faz do nada o vazio
da lacuna
um abismo
da montanha um planalto,

A sorte traduzível
pelas culturas, inexistente
nua e inocente,

Jamais beija
a existência
dos nossos
atos.


Parto

Parto para perto
do porto
de pedra
da minha vida.

Se não pudesse partir,
o que faria?
Voaria como
vento
metarfoseando
numa brisa
criando raios, rasos
risonhos de sol!

Parto para dentro
de ausência de mim numa
crua procura de mim.


Medo(?)

Quem és?
Quero lamber as suas feridas
medo, quem és?
Não sinto pavor de te,
mas sim angústia de
sua ausência.
A lacuna do fundo
do
oceano.


Medo,
para quê?
se medo, temos todos?


Medo,
incógnita
Perdida no espaço
triangular
dos nossos atos.
Medo, sinto medo.
da ausência de te.


Greve

O poeta esta de greve
Não remunerada
Taxada
De adeptos
Sensibilizados
Com abstinência
Incomum.

O poeta não fala
Ontem bebeu
Um café lê um jornal.
Saiu.

Partiu sem se despedir da empregada,
A repartição do
Trabalho e da vida
clamam
poesia no entanto
o poeta esta de greve, não remunerada disfarçada de
férias prolongadas.



Tempo

Embelecido por ontem a semana
Passada namorou-se com o ano retrasado.
Há uma hora atrás paralisou
A semana que ‘vêm’.

O amanhã não veio nem o
ontem nem o
hoje.

Amanhã, virão
Todos atrasados por terem se perdido
No tempo globalizado.




Verdade

Quem és?
Um dado
jogado no escuro
por um cego - mudo?

Verdade
uma outra
face sem rosto
a palavra
sem letras
A arte sem nada?

Verdade se não fosse
você mesmo.
O que seria de te?



Sofrimento

Hematomas pulsam
a hipertensão da aurora.

A mulher cospe sangue.
O seu genital ainda torturado
declara ausência
diária, mensal, anual
de carinho.

Cinco de novembro
as cinco horas do quinto dia do mês
na quinta esquina,
a mulher esta drogada e lúcida,
no entanto seus hematomas
sorriem para as estrelas
congeladas no gesso nulo
do seu sorriso lindo!


Indeciso

Estou indeciso
entre eu e mim mesmo.

Fujo da decisão homicida
que beira
a uma divisão de mim.

Tenho medo de fracassar
e reencontrar a minha real
Pequenez.
Toda a minha grandeza
do tamanho de uma lágrima.

Estou indeciso
não fugitivo,
estou incerto
não incorreto.
Preciso tirar ferias
de mim.
 
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VIENI IN
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Ciao ti lascio qui la nostra chat speraimo che verrai a trovarci per una chiacchierata nel caso non fossi ..interessata cancellala pure se ti da fastidio nel blog  un bacio contiamo nel vederti GoldRevolution
Apr. 30

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Apr. 22
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